A Fundação Iberê Camargo disponibiliza podcasts para que você possa acompanhar as principais palestras e debates sobre arte moderna e contemporânea realizadas pela Instituição.
Entenda o que é um Podcast Podcasts são arquivos de áudio (geralmente .MP3) que permitem que você ouça discussões sobre assuntos de seu interesse. Aqui, você pode escutar e fazer o download destes arquivos.
NOVEMBRO 2009 |Teixeira Coelho e Ricardo Resende | Dentro do traço, mesmo
A primeira mesa do Ciclo de Palestras que contemplava as exposições Dentro do traço, mesmo e Iberê Camargo: uma experiência da pintura, promoveu o encontro do curador Teixeira Coelho com Ricardo Resende, coordenador de artes visuais da Funarte e curador da Sociedade Amigos do Projeto Leonilson. Na conversa, debateram a reconfiguração da gravura – e da idéia de arte –, a partir da coleção do Programa Artista Convidado do Ateliê de Gravura da Fundação Iberê Camargo, bem como o papel da prática na contemporaneidade e seus caminhos futuros.
NOVEMBRO 2009 |Virginia H. A. Aita e Marco Gianotti | Iberê Camargo: uma experiência da pintura
A curadora da exposição, Virginia H. A. Aita, receber o artista e professor da Escola de Comunicação e Artes da USP Marco Gianotti para debater a pintura a partir de um sentido fenomenológico. Virginia abriu a mesa reconstituindo partes da trajetória de Iberê Camargo, cujo aprendizado deu-se fora da academia, com o artista elegendo seus próprios mestres. Em seguida, Gianotti falou sobre a construção de poéticas individuais e experiência artística.
MAIO 2009 |María José Herrera | Iberê Camargo: um ensaio visual
A curadora argentina María José Herrera abriu os debates do Ciclo de Palestras da exposição Iberê Camargo: um ensaio visual retomando a trajetória do artista e suas escolhas para a composição da mostra, organizada em três eixos: o olhar para a natureza, o olhar para o homem e o olhar para as formas.
MAIO 2009 |Mario Sagradini | Iberê Camargo: um ensaio visual
No Ciclo de Palestras, o artista uruguaio Mario Sagradini apresentou um importante mapeamento das influências exercidas por Iberê Camargo sobre a arte de seu país, ricamente ilustrado por documentos da época. Seu percurso foi desde as primeiras correspondências trocadas entre o gaúcho e o crítico de arte uruguaio Cipriano Vitureira até a ida de Iberê a Montevidéu em 1960, para abrir uma exposição no Centro de Artes y Letras do Instituto de Cultura Uruguaio-Brasileño e ministrar um curso de gravura.
MAIO 2009 |Diana Wechsler | Iberê Camargo: um ensaio visual
Na segunda mesa do dia, a pesquisadora e curadora argentina Diana Wechsler apresentou uma análise do papel dos museus e das instituições como mantenedores do patrimônio e criadores de narrativas através de suas exposições de arte latino-americana.
MAIO 2009 |Maria Amélia Bulhões | Iberê Camargo: um ensaio visual
De forma didática, Maria Amélia Bulhões encerrou o Ciclo retomando as estratégias curatoriais das mostras de acervo já realizadas pela Fundação Iberê Camargo e buscando a importância do papel das instituições e das curadorias na escritura da história da arte.
FEVEREIRO 2009 |Mônica Zielinsky, Karin Lambrecht e Agnaldo Farias| Lugares Desdobrados
No dia 5 de fevereiro, as artistas Elaine Tedesco, Karin Lambrecht e Lucia Koch se reuniram com os críticos e curadores Agnaldo Farias, Felipe Chaimovich e Rubens Mano para refletir sobre suas trajetórias e seus trabalhos criados para a exposição Lugares Desdobrados. Nessa primeira mesa, Mônica Zielinsky, curadora da exposição, faz aproximações e distanciamentos entre as artistas e Karin Lambrecht e Agnaldo Farias conversam sobre a obra Pai e seus desdobramentos.
JANEIRO 2009 |José Augusto Ribeiro, Donaldo Schüler e Fábio Miguez | Um mundo a perder de vista – Guignard
No dia 22 de janeiro, críticos e curadores se reuniram em torno da obra de Alberto da Veiga Guignard (1986 – 1962), um dos pintores de maior destaque da arte moderna brasileira. Nessa mesa, conheça mais sobre o período histórico que Guignard produziu, com a fala de Donaldo Schüler; conheça detalhes da exposição Um mundo a perder de vista – Guignard, com o curador José Augusto Ribeiro; e saiba sobre as ressonâncias da obra de Guignard nos artistas mais jovens com a palestra de Fábio Miguez.
JANEIRO 2009 | Taísa Palhares e Sônia Salzstein | Um mundo a perder de vista – Guignard
Dando seqüência ao Ciclo de Palestras da exposição Um mundo a perder de vista – Guignard, Taísa Palhares e Sônia Salzstein conversam sobre os estudos críticos acerca da obra do artista.
NOVEMBRO 2008 |Ronaldo Brito e Nuno Ramos (parte 1) | Jorge Guinle – Belo Caos
No Ciclo de Palestras da exposição Jorge Guinle – Belo Caos, o crítico de arte Ronaldo Brito – curador da exposição ao lado de Vanda Klabin – e o artista Nuno Ramos realizaram um bate-papo em que, através de perguntas livres, procuravam questionar as visões e as interpretações de cada um para o trabalho de Guinle. Em tom informal, a conversa trouxe ao público histórias e fatos interessantes sobre a vida e a obra do artista.
NOVEMBRO 2008 |Ronaldo Brito e Nuno Ramos (parte 2) | Jorge Guinle – Belo Caos
O debate entre o crítico e o artista foi tão fecundo, que acabou estendendo-se por mais de duas horas. A platéia se envolveu no tema e propôs aos palestrantes questionamentos que trouxeram à tona novos aspectos e novas reflexões sobre a obra de Jorge Guinle.
NOVEMBRO 2008 |Marilice Corona | Jorge Guinle – Belo Caos
A artista plástica gaúcha faz uma análise crítica da obra de Jorge Guinle, sob o ponto de vista da pintura, com seus aspectos técnicos e simbólicos. Começando por uma análise da 18ª Bienal de São Paulo, conhecida como Bienal da Grande Tela, Marilice apontou o trabalho do artista como algo distinto do que era feito na época.
NOVEMBRO 2008 |Tiago Mesquita | Jorge Guinle – Belo Caos
Crítico de arte desde a década de 1990, já colaborou em jornais como Folha de S. Paulo (São Paulo) e Público (Lisboa). Foi responsável pela curadoria das exposições Amilcar de Castro, Mira Schendel, Sergio Camargo e Willys de Castro, no Instituto de Arte Contemporânea, em São Paulo, e Paisagens, de Cristina Rogozinski e Flávia Ribeiro, na Pinacoteca do Estado de São Paulo. No Ciclo de Palestras, Mesquita apresentou suas considerações críticas a respeito da dimensão atual da obra de Guinle.
AGOSTO 2008 |Sônia Salzstein | Iberê Camargo – Moderno no Limite
No Ciclo de Palestras da Fundação Iberê Camargo, a crítica de arte e professora de História da Arte no Departamento de Artes Plásticas da ECA-USP falou sobre a contemporaneidade e a obra de Iole de Freitas – artista em cartaz na Instituição com a primeira intervenção no átrio da nova sede. Sônia também coordena a linha editorial de artes plásticas da Editora CosacNaify, e dividiu com Mônica Zielinsky e Paulo Sergio Duarte a curadoria da exposição Iberê Camargo - Moderno no Limite.
AGOSTO 2008 |Glória Ferreira | Iberê Camargo – Moderno no Limite
Questionando onde estamos e qual é o lugar da arte brasileira dentro do contexto internacional, a professora titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro palestrou no último dia do Ciclo. Glória é doutorada pelo Institut d'Art et d'Archéologie da Universidade de Paris e, atualmente, também é consultora da Jorge Zahar Editor. Publicou Escritos de Artistas - Anos 60/70 (2006), Linguagens Inventadas (2008), e Performance nas Artes Visuais (2008).
AGOSTO 2008 |Thierry de Duve | Iberê Camargo – Moderno no Limite
No evento da Fundação Iberê Camargo, de Duve abordou o olhar e a obra de arte através da teoria de Lacan, com seus quatro conceitos básicos da psicanálise. Curador, crítico de arte e professor de teoria da arte moderna e contemporânea na Université de Lille III, ele publicou, em inglês, Kant After Duchamp (1998), The Definitively Unfinished Marcel Duchamp (1993) e, em francês, Resonances du Readymade (1989). (áudio em francês)
AGOSTO 2008 |María José Herrera | Iberê Camargo – Moderno no Limite
Diretora artística do Museo Nacional de Bellas Artes de Buenos Aires (MNBA) e presidente da Associação de Críticos de Arte AACA-AICA, a crítica e curadora María José encerrou o segundo dia do Ciclo de Palestras com uma análise das poéticas de Iberê Camargo comparadas às do artista argentino Ernesto Deira.
AGOSTO 2008 |Rodrigo Naves | Iberê Camargo – Moderno no Limite
Uma análise do expressionismo abstrato de Jackson Pollock foi o tema que Rodrigo Naves apresentou no Ciclo. Doutor em filosofia pela Universidade de São Paulo, ele também é crítico de arte e historiador. É autor de El Greco - um mundo turvo (1985); Amílcar de Castro (1991); A forma difícil - ensaios sobre arte brasileira (1996); e do livro de ficção O filantropo (1998). Responsável pelo projeto editorial da coleção Espaços da arte brasileira na editora CosacNaify.
AGOSTO 2008 |Paulo Sergio Duarte | Iberê Camargo – Moderno no Limite
Dando início às discussões no segundo dia do evento, Paulo Sérgio abordou o lugar que a obra de Iberê Camargo ocupa na modernidade brasileira. Crítico, professor de Teoria e História da Arte e coordenador geral de Estudos Culturais da Universidade Cândido Mendes, publicou dezenas de estudos e ensaios sobre arte moderna e contemporânea, dentre os quais Anos 60 – Transformações da arte no Brasil (1988), Waltercio Caldas (2000), e Carlos Vergara (2003). Dividiu com Mônica Zielinsky e Sônia Salzstein a curadoria da exposição Iberê Camargo - Moderno no Limite.
AGOSTO 2008 |Robert Kudielka| Iberê Camargo – Moderno no Limite
O crítico de arte alemão apresenta a palestra “A obrigação de expressar - Arte moderna e a crise da expressão”, debate que tem como ponto de partida a obra Tudo te é falso e inútil (1992), de Iberê Camargo. Kudielka estudou Filosofia, Filologia Clássica e História da Arte em Tübingen. Leciona Estética e Teoria da Arte na Hochscule der Künste, em Berlim e dirige o departamento de Belas Artes da Akademie der Künste Berlin-Brandenburg. Dentre suas principais publicações estão: Henri Matisse: Die Klavierstunde, oder die Kunst der Künste (1995), The Mind's Eye (1999), Paul Klee: The nature of creation (2002). (áudio em inglês)
AGOSTO 2008 |Maria Helena Bernardes| Iberê Camargo – Moderno no Limite
Apontando conceitos, dados históricos e questionando a existência de uma modernidade no País, Maria Helena debate o modernismo e a arte brasileira. Bacharel em Artes Plásticas, com especialização em Expressão Gráfica, ambos pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ela recebeu o Prêmio Aquisição em 1988, na VII Mostra de Gravura da Cidade de Curitiba; a Menção Honrosa do Museu de Arte Contemporânea de Curitiba, em 1999; e o Prêmio Petrobras de Artes Visuais, em 2002. Publicou Vaga em Campo de Rejeito (2003), e foi uma das organizadoras do livro Eu e Você - Karin Lambrecht (2001).
AGOSTO 2008 |Mônica Zielinsky | Iberê Camargo – Moderno no Limite
Abrindo o Ciclo de Palestras da exposição Iberê Camargo – Moderno no Limite, Mônica fala sobre as relações que a pintura do artista gaúcho estabeleceu com a arte moderna, questionando as leituras eurocêntricas da arte e suas repercussões no País. Mônica é doutorada em Arte e Ciências da Arte pela Universidade de Paris I, e coordena a catalogação da obra completa de Iberê Camargo na Fundação e o Centro de Documentação e Pesquisa em Arte contemporânea no Rio Grande do Sul (Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul). Dividiu com Paulo Sergio Duarte e Sônia Salzstein a curadoria da exposição Moderno no Limite.